Banho turco renova o corpo e alivia a mente





A Turquia está conquistando os brasileiros. As paisagens exóticas, a culinária típica e os costumes diferentes vêm despertando maior interesse pela terra de São Jorge, santo reverenciado no Brasil, mas ignorado pela população muçulmana de lá.

Com o destino em alta, algumas tradições começam a desembarcar por aqui. O banho turco, chamado por lá de hamman, é uma delas. Por lá, homens e mulheres não dividem o mesmo espaço, no qual um piscina de água quente ou pequenas banheiras expelem vapor ligeiramente perfumado. Nesse ambiente semelhante a uma sauna a pele é preparada para o banho, que vem em seguida. Com uma técnica própria, o atendente é capaz de fazer muita espuma com apenas uma pequena vasilha de água e sabão. Com uma luva especial, em geral confeccionada de bucha vegetal, o corpo é esfregado e, em seguida, lavado com água fria. 

No Brasil, entretanto, a tradição ganhou adaptações.

"As luvas utilizadas são diferentes, preferimos um material que pudesse esfoliar sem agredir demais a pele", diz a naturologista e fitoterapeuta Marina Hermogenes, do Spa Azahar, em Campinas, que oferece o tratamento.

Entre os benefícios do banho, além da renovação celular (graças à esfoliação), estão o relaxamento muscular, alívio do estresse, melhora da circulação, desintoxicação do organismo e redução da retenção de líquido (como uma espécie de drenagem linfática ). A duração do hamman pode variar entre 60, 90 ou 120 minutos, mudando apenas o tempo de massagem relaxante aplicada no fim do processo. Os valores, é claro, também aumentam e vão de R$220 a R$330,00 (preços consultados em dezembro/2012).

A publicitária Andrea Amaral aprovou a novidade. "Achei uma delícia, é relaxante. Quando a espuma é colocada sobre a pele, é tão suave que parece um carinho. A pele fica cheirosa depois", diz.

A técnica, porém, é contraindicada para quem tem hipo ou hipertensão arterial , alterações de pele (ferimento, psoríase ou alergias ), doenças agudas (qualquer tipo de inflamação), alterações de sensibilidade na pele e febre. Também não é indicada para gestantes até o terceiro mês de gravidez



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