A dor e o shiatsu





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A função da dor é atrair a consciência para algo que ai mal no organismo. Ninguém gosta de dor, é claro. Mas ela é nossa aliada. Sem ela não teríamos como proteger nosso corpo, que seria destruído rapidamente. Doenças que não doem n os seus estágios iniciais são as mais perigosas. É o caso do câncer, que quando apresenta sintomas de dor já se encontra muito desenvolvido, senso eu tratamento então muito difícil. 

Analgésicos têm utilidade em casos graves. Não há sentido em se sofrer desnecessariamente. Mas eles somente anestesiam a dor - e provisoriamente. Não curam . Pelo contrário, intoxicam nosso organismo. Devem ser usados com muito critério, quando estritamente necessários. 

O conhecimento do shiatsu e da medicina oriental nos fornecem meios para descobrirmos problemas em nossos organismo antes mesmo que eles se manifestem de forma mais grave e dolorosa. Sensibilidade ou alteração em certos pontos (tsubos) e áreas do corpo indicam desequilíbrio em determinadas funções orgânicas. Já outros tsubos são sempre sensíveis à pressão - é normal. Compreender o funcionamento dos pontos e meridianos é um valioso recurso. Se conhecemos melhor nosso corpo e sabemos "ouvi-lo", temos mais capacidade de protegê-lo. 

A dor psicológica também se reflete no corpo. O sofrimento mental é muitas vezes causado por emoções condicionadas ou pela falta de maturidade para aceitar certas situações. Esse sofrimento pode ser positivo, se nos leva a buscar uma saída, uma compreensão mais profunda. Com a aceitação e a compreensão, a dor assume uma outra dimensão. Deixa de ter importância exagerada, e eventualmente desaparece. 

Dores no corpo são muitas vezes provocadas por tensão. Um ponto que dói pode ser uma chave importante no trabalho de energia. Ao encontrá-lo, devemos imediatamente relaxar um pouco a pressão que estamos exercendo sobre ele. Aliviamos a dor súbita sem perder contato com o ponto. Aumentamos suavemente a pressão, dentro dos limites do paciente. A pressão demasiada só causa mais tensão. Mantemos o toque e aguardamos o relaxamento. Usamos a outra mão para ajudar o paciente a relaxar. Se ele se deixa levar pela dor, se ele cede e se entrega a ela, sobrevém o relaxamento - e a dor desaparece. Se isso não acontece depois de alguns momentos, vamos adiante. Uma pressão que não está trazendo resultados positivos, depois de um certo tempo se torna negativa. Inquieta desnecessariamente o paciente e quebra o ritmo do trabalho.



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